A Vivo, empresa de telefonia celular, está testando oficialmente o funcionamento das torres que irão atender os assentamentos Itamarati I e II, em Ponta Porã, e o distrito de Itahum, em Dourados. A informação foi confirmada por representantes da empresa ao gabinete do deputado federal Geraldo Resende (PMDB). Algumas ligações já estão sendo realizadas, mesmo neste período de testes.
05/09/2012 09h39
A Vivo, empresa de telefonia celular, está testando oficialmente o funcionamento das torres que irão atender os assentamentos Itamarati I e II, em Ponta Porã, e o distrito de Itahum, em Dourados. A informação foi confirmada por representantes da empresa ao gabinete do deputado federal Geraldo Resende (PMDB). Algumas ligações já estão sendo realizadas, mesmo neste período de testes.
A Vivo informou também que em menos de dois meses deverá concluir a manutenção da infraestrutura das bases das torres para que elas entrem em funcionamento definitivamente para atender a população destes dois locais. Outro serviço que será possível nas localidades é o de Internet banda larga 3G.
Luta
Desde 2008, o deputado Geraldo Resende cobra o cumprimento do plano de expansão das empresas telefônicas, que até o momento não foi efetivamente implantado. Em 2009, 2010 e 2011, Geraldo tratou diretamente com os ex-ministros das Comunicações, Hélio Costa, José Artur Filardi e com o atual gestor da pasta, Paulo Bernardo sobre a instalação das antenas para celulares em diversos distritos do Estado.
“Hoje o celular e a Internet não são moda ou luxo, mas sim uma necessidade. A telefonia móvel proporciona mobilidade de informações de dados, permitindo transações financeiras por meio de máquinas de cartão de crédito, fomentando até os pequenos comércios locais”, afirmou o parlamentar.
Em 2011, o deputado Geraldo Resende apresentou para o Ministério das Comunicações os mesmos pleitos dos Distritos de Itahum, no município de Dourados, e de Ipezal, em Angélica.
“Sinal de celular é inclusão digital e desenvolvimento social. Os produtores, tanto pequenos agricultores como empresários, precisam estar conectados aos familiares, amigos e ao mundo”, finalizou Resende, ao comemorar o início de transformação em realidade de um antigo sonho dessas comunidades.
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